O espetáculo “As Feministas de Muzenza”, texto de Cleise Mendes e Haydil Linhares com adaptação e direção do Diretor Walter Rozadilla esteve em cartaz em diferentes períodos. Confira os nossos eventos:

Janeiro/2007 - Temporada no Teatro do Irdeb - Salvador Bahia

Março/2007 - Apresentação na Sede do Mais Social - Salvador - Bahia

Março e abril/2007 - Temporada no Teatro SESI - Salvador - Bahia

Maio/2007- Temporada no Teatro Laranjeiras - Cruz das Almas - Bahia

Dezembro/2007 - Feijoada no Restaurante Pedra da Sereia - Salvador - Bahia

O elenco foi formado por: Anna Tereza Landgraf, Camila Nascimento, Déo Carvalho, Ewerton Matos, Fernanda Mendes, Greice Zago, Lílian Campos, Mara Andreatta, Maria Antônia Bandeira, Maria Beatriz Dallari, Megg Chaves, Patrícia Garrido e Priscilla Andreatta.

“As Feministas de Muzenza” é uma comédia hilariante e inteligente. A história se passa na cidade de Muzenza, onde um grupo de mulheres se une para fazer um movimento feminista, porém encontram resistência de outras mulheres da própria comunidade que defendem os homens para desespero do padre Olímpio Pinto e do seu sacristão Francelino.

As personagens:

O Padre Olímpio Pinto é uma pessoa tranqüila que cuida da sua comunidade e, a pedido de Maria Amélia, Superintendente do Bem-Estar de Muzenza, empresta o salão da igreja para um movimento só de mulheres. O que ele desconhece é que Maria Amélia pretende agitar a cidade de Muzenza em prol de um Movimento Feminista, lutando pelos direitos da mulher e por seus próprios interesses.

O sacristão da igreja, Francelino, uma figura carismática e ingênua, vive espionando as reuniões das mulheres e desconfia do movimento. É contra a decisão do Padre Olímpio de emprestar o salão, pois pressente as confusões que estão por vir.

Francelino fica deslumbrado com projeto de Ambrosina, sua madrinha, para incrementar o turismo, e passa a ajudá-la na execução das fantasias e indumentárias. Ambrosina é uma personalidade da alta sociedade de Muzenza, filha de uma mulher influente, que se acha uma artista por ensinar música às crianças na paróquia do Padre Olímpio, dizendo-se formada pelo Conservatório de Música.

Maria Amélia conta com o apoio de Antônia, uma mulher com modos e trejeitos masculinos, que é membro atuante do Movimento Feminista. Contudo, sofre com a resistência de Norma, uma mulher cortejada pelos homens da cidade, que já foi amante da maioria deles, e dos quais não pretende abrir mão. Seu coro é reforçado por Carminha e Lurdinha, duas periguetes que ocupam todo o seu tempo com sexo e maquiagem.

O Movimento conta, ainda, com a participação de Lilica, amiga de infância de Maria Amélia, e de D. Clementina, uma velha da comunidade que adora fofoca. Há, também, Creuza, uma senhora abestalhada, convidada a participar do movimento apenas para aumentar o número de membros.

 

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