Após um temporada de sucesso, o espetáculo “As Feministas de Muzenza”, texto de Cleise Mendes e Haydil Linhares com adaptação e direção do Diretor Walter Rozadilla estará em cartaz nos dias 17, 18, 24, 25, 31 de março e 01 de abril/07 no Teatro SESI - Rio Vermelho, às 20:00h.
Ingresso: Preço popular – inteira: R$ 16,00 – meia R$ 8,00
O elenco é formado por: Anna Tereza Landgraf, Camila Nascimento, Déo Carvalho, Ewerton Matos, Fernanda Mendes, Mara Andreatta, Maria Antônia Bandeira, Maria Beatriz Dallari, Megg Chaves, Patrícia Garrido e Priscilla Andreatta.
O referido espetáculo é uma comédia hilariante e inteligente. A história se passa na cidade de Muzenza, onde um grupo de mulheres se une para fazer um movimento feminista, porém encontram resistência de outras mulheres da própria comunidade que defendem os homens para desespero do padre Olímpio Pinto e do seu sacristão Francelino.
As personagens:
O Padre Olímpio Pinto é uma pessoa tranqüila que cuida da sua comunidade e, a pedido de Maria Amélia, Superintendente do Bem-Estar de Muzenza, empresta o salão da igreja para um movimento só de mulheres. O que ele desconhece é que Maria Amélia pretende agitar a cidade de Muzenza em prol de um Movimento Feminista, lutando pelos direitos da mulher e por seus próprios interesses.
O sacristão da igreja, Francelino, uma figura carismática e ingênua, vive espionando as reuniões das mulheres e desconfia do movimento. É contra a decisão do Padre Olímpio de emprestar o salão, pois pressente as confusões que estão por vir.
Francelino fica deslumbrado com projeto de Ambrosina, sua madrinha, para incrementar o turismo, e passa a ajudá-la na execução das fantasias e indumentárias. Ambrosina é uma personalidade da alta sociedade de Muzenza, filha de uma mulher influente, que se acha uma artista por ensinar música às crianças na paróquia do Padre Olímpio, dizendo-se formada pelo Conservatório de Música.
Maria Amélia conta com o apoio de Antônia, uma mulher com modos e trejeitos masculinos, que é membro atuante do Movimento Feminista. Contudo, sofre com a resistência de Norma, uma mulher cortejada pelos homens da cidade, que já foi amante da maioria deles, e dos quais não pretende abrir mão. Seu coro é reforçado por Carminha e Lurdinha, duas periguetes que ocupam todo o seu tempo com sexo e maquiagem.
O Movimento conta, ainda, com a participação de Lilica, amiga de infância de Maria Amélia, e de D. Clementina, uma velha da comunidade que adora fofoca. Há, também, Creuza, uma senhora abestalhada, convidada a participar do movimento apenas para aumentar o número de membros.
Drª Maria Gioconda é uma psicóloga da Capital convidada por Maria Amélia para participar do Movimento. Ela apresenta uma tese que irá revolucionar as relações entre o homem e a mulher, mas encontra resistência por parte de Norma.
Em uma das reuniões, aparecem na sacristia Pureza das Flores Seabrindo e Maria Cândida de Jesus: duas jovens senhoras que, ameaçadas por um “tal” homem do canivete, querem se inscrever no movimento em busca de providências.
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